Sobre o verdadeiro pecado!

Sobre o verdadeiro pecado!
"O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida." Carl Sagan

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Eu não preciso!

Eu não preciso!

Se para amar alguém você precisa ser um poço de paciência e tolerância, então: obrigada! Sei lá, eu amo enquanto sou amada. Mais, eu amo enquanto sou respeitada, valorizada, bem tratada, cuidada, enquanto tenho minha individualidade, liberdade e personalidade respeitadas.
Eu não preciso de companhia, eu não preciso nem dependo de ninguém. Não me apego emocionalmente mais a nada ou ninguém a ponto de “não viver sem”. E é por isso que eu sou uma mulher complexa: nem “papel passado”, nem aliança, nem bilhares de “eu te amo” melosos, rosas, flores, orgasmos divinos me prendem a uma pessoa que não seja a mim respeitosa e que não me dê, todos os dias e noites, o valor que eu sei que mereço (frise-se bem: eu não acho, eu tenho certeza disso!).
Passei da fase da paixão cega, de aceitar pequenas coisas chatas em prol de uma grande paixão. Nada me prende, nada me aprisiona. Eu escolhi ser presa a mim, a minha liberdade, aos meus sonhos, à minha profissão, aos meus gostos. Ou me ama como sou e me valoriza, ou me respeita e me adora como eu sei que mereço, ou, então, com licença, tem vários na fila!
Ou, ainda que não tenha nenhum, eu não preciso de nenhum exemplar do sexo masculino para me fazer ter o riso frouxo e um humor excelente. Da vida eu tenho o que de melhor eu poderia ter: amor a mim, amor a ela e amor a quem me ama. E sim, sorrisos e risos abertos que refletem o que habita em mim, enfim, paz, alegria de viver, prazer e autoconfiança.
Cláudia de Marchi

Sorriso/MT, 08 de maio de 2015. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário