Sobre o verdadeiro pecado!

Sobre o verdadeiro pecado!
"O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida." Carl Sagan

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Shopenhauer, eu e minha impaciência com covardia.

Shopenhauer, eu e minha impaciência com covardia.

Não tenho paciência para quem reclama do que permite. Diante do que lhe descontenta você tem dois caminhos a seguir: se resignar calado ou se rebelar, agir, fazer algo e colaborar com a possibilidade de mudança. Não admito e nem admiro pessoas que reclamam, mas não agem, não fazem a sua parte para colaborar com a mudança que, dizem, esperam.
Sim, apenas dizem, porque no mundo em que vivo quem deseja que algo mude se posiciona e toma alguma atitude, afinal palavras e reclamações sem atitude não servem e nunca servirão para nada só para caracterizar covardes reclamantes.
Disse Arthur Schopenhauer: “O homem só pode ser si mesmo por completo enquanto estiver sozinho; por conseguinte, quem não ama a solidão, não ama a liberdade; pois o homem só é livre quando está sozinho. Cada qual evitará, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor de seu próprio ser. Porque na solidão o mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o espírito elevado toda a magnitude de sua grandeza; em suma, cada qual sente aquilo que é. O que faz os homens sociáveis é sua incapacidade de suportar a solidão e, nela, a si mesmos.”
Schopenhauer foi o primeiro filósofo que li! Um livro que era da minha mãe e peguei aos 10 anos de idade. Sobre o assunto, uma grande verdade: sozinhos somos nós mesmos, não temos outra pessoa para tentar enganar, para nos fazermos de fortes, realizados, equilibrados e inteligentes.
Sozinhos somos quem somos! E o insuportável não se suporta sozinho. Ele precisa do barulho alheio para suportar a sua própria existência. Sim, isso é triste! Muito triste, tristíssimo. E é por isso que eu não me rebelo contra aquele que sempre acatou o chato e ousa reclamar dele. Existe algo nele de chato. Ou de covarde. Num ou noutro caso, não merece meu prezar.


Cláudia de Marchi
Sorriso/MT, 27 de maio de 2015. 

Um comentário:

  1. Um Caráter sem Expressão... é um Corpo sem Vida

    Um ato vale mais que 1000 palavras e um exemplo vale mais do que 1000 atos.

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