Sobre o verdadeiro pecado!

Sobre o verdadeiro pecado!
"O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida." Carl Sagan

sábado, 11 de julho de 2015

Pela redução de pessoas desnecessárias!


Pela redução de pessoas desnecessárias!

Acho que todas as pessoas deveriam ter bom senso. Sei lá, deveria ser um pré requisito para nascer com vida, tipo cérebro, coração e pulmões! Acho deselegante ao máximo os homens que dão em cima das mulheres só porque elas foram cordiais e educadas com eles.
]Então agora é necessário ser super grossa para o cara se tocar que ele é desnecessário? Aff, é muita falta de culhões viu! Senhor, dai mais nível e inteligência para o sexo masculino, mais amor próprio e finesse para o feminino, do contrário eu não desencalho nem que vire lésbica!
Neste caso, dai-me gatos que limpem a própria caixinha de areia! Haja paciência para macho sem noção que se acha "o alfa"! Você precisa de mais do que educação e um sorriso para galantear uma mulher, do contrário, sinto dizer, mas você é muito idiota ou, simplesmente, burro.
Ser educada, ter um corpo bonito, ser humorada, ser alegre, nada disso justifica flerte desnecessário, menos ainda se ele começa com “gostosa”, você tem um “bocão”, você aparenta ser uma “delicia”. Cara, cadê o respeito?
Será que alguém no mundo acha que uma mulher com mais de dois neurônios, auto respeito, autoconfiança e amor próprio se comove com esses “elogios”. Para começar, isso não serve como elogio, é senso comum, é vulgar.
“Gostosa” e “deliciosa” são atributos de comida ou de uma mulher que tenha intimidade com você, com quem você tenha, no mínimo, transado e não meramente visto em corredores, conversado em restaurante ou coisas afins. Soa desrespeitoso, soa ridículo!
Bonita? Elegante? Linda? Ah, isso são adjetivos dignos. Os demais acima citados são atributos conhecidos por quem se conhece, não tocam a alma e nem fazem a mulher lhe admirar, lhe olhar com bons olhos. Você só “paga” por tarado, desrespeitoso e sem a mínima noção do ridículo.
Sorriso/MT, 11 de julho de 2015.

Cláudia de Marchi

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