Sobre o verdadeiro pecado!

Sobre o verdadeiro pecado!
"O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida." Carl Sagan

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Conservando-me bem, obrigada!


Conservando-me bem, obrigada!

“Cláudia, você precisa ser mais tolerante com as pessoas.” Disse-me alguém, algum dia. A quem eu respondi: não, eu preciso amar e não tolerar, eu preciso me sentir bem e não me quedar inerte onde me sinto mal!
Tolerar é pesaroso, cansativo, extenuante! Eu mereço amar, eu mereço adorar quem me cerca e está ao meu lado. Não quero, não preciso e nem mereço companhia "mais ou menos", escandalosa, deselegante ou falsa.
Não quero, não mereço e nem preciso de sexo verbal, paixão verbal, amor de teoria. Na minha fase eu quero é prática e não gramática: no amor, na inteligência, na cama, na competência e na amizade. Ou funciona e faz bem, ou eu pulo!
Porque eu não sou obrigada a nada! Só a me amar. O melhor que uma mulher pode fazer a si mesma: gostar do que vê no espelho, despido ou não! E eu me amo, me aceito e me respeito.
Conheço os meus limites, conheço as pessoas que me intoxicam e aquelas que, me fazem tão bem, que purificam minha alma. Eu não sou obrigada a aceitar quem não gosto, sabe por quê? Porque eu não sou uma árvore!
Se me sinto mal em determinado lugar, com determinadas pessoas, eu mudo, eu saio. Afinal, antes só do que perto de gente infantil, tosca, tola e fútil. Antes só do que perto de gente que não me olha nos olhos e que, quando olha, não diz nada, só “confusão”.
Minha vida, meus sentimentos, meu destino, minhas opções, minhas escolhas, minhas ideias, meu jeito, meu anseio. Não devo e nem posso suportar nada, eu devo curtir, gostar e me sentir bem, afinal, quer saber? Eu não quero é ter rugas antes da hora. Preciso conservar minha beleza, isto sim!

Cláudia de Marchi

Sorriso/MT, 18 de abril de 2015.

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