Sobre o verdadeiro pecado!

Sobre o verdadeiro pecado!
"O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida." Carl Sagan

terça-feira, 28 de abril de 2015

Reflexões de uma semana estressante.

Reflexões de uma semana estressante.

Realmente eu não sou uma pessoa que se importe com o que os outros pensam a meu respeito. Mas eu sou uma pessoa que se indigna com o que é injusto e que precisa aprender a ter paciência!
A ter paciência com gente injusta, com gente que fala mais do que deve, que fala o que não deve e, o que é pior, que fala pelas costas, porque sabe que está sendo injusta. Sim, sabe!
Do contrário falaria pessoalmente e daria ao criticado o merecido contraditório. Não dá porque teme e se teme é porque sabe que “pintar” um quadro longe da fotografia que se pinta é fácil, próximo a ela existirá o notório: amigo você está pintando errado!
Enfim, eu preciso aprender a não ficar irritada com os seres humanos e com sua mania de falar o que não deve para proteger seu próprio autoconceito em detrimento da imagem alheia.
Preciso aprender a não ficar irritada e até magoada quando as pessoas confundem bom humor com idiotia, alegria com vulgaridade, beleza com burrice e simpatia com desvalia.
Do contrário, resta-me aprender a usar máscaras, a fechar a cara para a vida e para as pessoas para ser devidamente respeitada. Ah, então é preciso ser antipática, seca, insossa e mal educada para ser estimada como “séria”? Bem, ser mal educada eu consigo com uma facilidade extrema!
Nove em dez vezes eu me contenho por empatia, porque se eu falar o que penso em certos momentos e diante de certos questionamentos e afirmações eu consigo ser muito, muito cruel. E como vejo que existem pessoas que amam uma boa grosseria, penso que eu faria sucesso na carreira de “grosseira”. Na carreira de quem exacerba na franqueza sem ter piedade alheia, porque se acha o suprassumo do universo!
Enfim, têm dias que a gente repensa a vida, as nossas atitudes, os atos de quem nos cerca, a forma de agir de quem conhecemos e não chegamos à conclusão alguma, mas ficamos com a forte impressão de que as pessoas tem medo de pensar e, por isso, se contentam com o simples, com o fácil e, obviamente, com as aparências. Sei lá, duro viver num mundo cheio de gente idiota!  

Cláudia de Marchi

Sorriso/MT, 29 de abril de 2015. 

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